Dependência química: vício em alta, tratamento em queda.
Tema: Dependentes químicos: desafios para o tratamento adequado no Brasil
A dependência química no Brasil vem crescendo cada vez mais tendo em vista que o número de pessoas que consomem substâncias ilícitas ou álcool vem crescendo cada vez mais, principalmente entre os jovens. O aumento desse consumo dificulta o acesso ao tratamento por conta de dois aspectos importantes: o reconhecimento de ter o vício e a sobrecarga do SUS (Desenvolva a sigla). (Melhore a contextualização do tema)
Na primeira situação, destacamos que se um dependente químico convive em ambientes no qual está exposto a essas substâncias e vê outras pessoas utilizando-as, essa pessoa pode normalizar essa atitude por se tratar de algo comum em seu ambiente de convívio, e não tratá-lo como um vício, deixando de buscar um tratamento correto e um bom acompanhamento psicológico. (Explore a discussão com mais produtividade. Evite um parágrafo frasal)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a sobrecarga do SUS também dificulta o acesso ao tratamento no Brasil, visando que muitas pessoas não possuem condições financeiras de arcar com um tratamento pago, elas recorrem ao tratamento gratuito, sobrecarregado o sistema que também trata outras doenças, fazendo com que o atendimento em determinados locais se tornem mais lentos, dificultando o tratamento adequado e até mesmo desmotivando as pessoas a buscarem um tratamento. (Evite um parágrafo frasal. Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham amenizar essa dificuldade. Por conseguinte, cabe ao governo aumentar a conscientização sobre o uso de substâncias químicas e a favor do tratamento, além de buscarem investir mais em melhorar a qualidade do atendimento do SUS, visando ampliar esse tratamento a mais pessoas e também amparando famílias que sofrem com a dependência química no Brasil. (Apresente todos os elementos da proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |