Dependência Química no Brasil
Tema: Dependentes químicos: desafios para o tratamento adequado no Brasil
O uso abusivo de drogas, tanto lícitas quanto ilícitas, é uma questão de saúde pública mundial. Nos últimos anos, o consumo de bebidas alcoólicas vem aumentando no Brasil, (Justaposiçãl) segundo o psiquiatra Cirilo Tissot, especialista em dependência química e diretor da Clínica Greenwood, em São Paulo, embora esse uso abusivo de álcool venha aumentando entre as mulheres, o tratamento na maioria das vezes ainda é muito feito do ponto de vista masculino e voltado para os homens. (Formule a tese)
No nosso país, em 2021, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 400,3 mil atendimentos a pessoas com transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de drogas e álcool. Esse número nos mostra um aumento de 12% em relação a 2020, ano com 356 mil registros. (Truncamento) Evidenciando, assim, um alerta para a saúde pública no Brasil (Ponto final)
(Melhore a estratégia coesiva) Segundo pesquisas realizadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 3,2% dos brasileiros usaram substâncias ilícitas nos 12 meses anteriores à pesquisa. Esse percentual é muito maior entre os homens: 5%; já entre as mulheres fica em 1,5%. Além disso, os jovens: 7,4% das pessoas entre 18 e 24 anos haviam consumido drogas ilegais no ano anterior à entrevista. Constatando que os usuários abusivos de drogas, no Brasil, têm, digamos assim, idade e gênero, isto é, homens e, em sua maioria, jovens. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Conclui-se, então, que diligências são imprescindíveis. Dessarte, cabe ao governo federal, juntamente com o Ministério da Saúde (Vírgula) ampliar o atendimento e acompanhamento, no qual já é garantido pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Sendo vastamente disseminada nos grandes meios de comunicação, como a televisão e as redes sociais, possibilitando uma maior comunicação entre toda a população. Ademais, cabe também ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, dar suporte e, junto ao Ministério da Saúde, aprimorar o tratamento e atendimento das mulheres quanto ao uso abusivo de drogas e álcool. (Apresente todos os elementos da proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |