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Tema: Debate sobre a linguagem neutra
Segundo a Constituição de 1998, Artigo 3 (Vírgula) é ordem da República Federal do Brasil promover o bem da sociedade inteira, sem preceitos. Todavia, no país (Vírgula) viabilizar e respeitar todos os grupos igualmente nunca foi uma realidade. Por exemplo, a existência de leis que exijam artigos e pronomes reconhecidos na Língua Portuguesa em registros, os quais geram muitos debates sobre as consequências prejudiciais dessas regias na luta contra a intolerância de gênero. (Melhore a contextualização do tema)
Em primeiro lugar, cabe mencionar o que a linguagem neutra representa. O uso dela é desencadeado com a ideia de que a genitália não deveria definir solidificamente alguém, sendo que a não binaridade é semelhante a escala de cores e tons, muito além entre o masculino e feminino. Por conseguinte, o Artigo 3 deveria garantir esse acolhimento e respeito às diversidades, iniciando na mudança do pensamento social e posteriormente o seu uso gramatical em documentos que subordinam algum reconhecimento de gênero especifico. (Reestruture e explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, existem empecilhos acerca do tema. Diversos conservadores da Língua Culta Portuguesa defendem que o uso do “o” já abrange a neutralidade e não teria a necessidade de criar uma terceira classificação. Ao mesmo tempo, sua implementação nos modos de linguagens de deficientes visuais ou auditivos ainda é uma dúvida recorrente aos pontos negativos da tese. (Explore a discussão com mais produtividade ao longo do desenvolvimento)
(Melhore a estratégia coesiva) Sob esse âmbito, á é viável a aplicação de medidas pelo governo federal para amenizar a situação. Urge, (Sem vírgula) ao Ministério da Cidadania, sociedade e ao Poder Executivo conscientizar e reconhecer em declarações ao gênero não-binário, ampliando a liberdade sobre os pronomes, por meio do direcionamento de campanhas televisionadas e modificação de leis, a fim de que haja o uso e aceitação desses vocativos. (Apresente todos os elementos da proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |