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No livro "1984", George Orwell, que é baseado na distopia, é implantado pelo governo totalitário vigente um novo conceito de linguagem, chamado de Novafala (Melhore a construção dessa ideia). (Truncamento) Que por sua vez, tornaria o pensamento-crime impossível. Embora seja uma obra ficcional, pode ser associada à realidade, pois há uma proposta de linguagem onde tornaria a expressão do gênero através da fala e escrita, (Sem vírgula) neutros. Tal intervenção na norma culta seria justificada para inclusão de pessoas não- binárias na sociedade, o que é visto por muitos especialistas da linguística como uma mudança radical e desnecessária, já que a língua portuguesa e entre outras, (Sem vírgula) já possui o mecanismo de neutralidade. (Sem ponto final) e que haveria outros meios de inclusão dessa parcela marginalizada. Assim, emerge um problema de contornos específicos que vem à tona devido à a falta de uma política de linguagem neutra e de debates que tragam a problemática para a discussão. (Melhore o encadeamento textual)
Em primeiro plano, a falta de uma política de linguagem neutra é nociva e oculta uma parcela da sociedade que precisa de ter seus direitos assistidos. Para Ayn Rand: ''"A menor minoria na Terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se dizer defensores das minorias". Portanto, negar o uso da linguagem neutra a pessoas não-binárias é um ato de injustiça e agride o direito do indivíduo que se identifica com o gênero. É mister então ceder os direitos individuais, como idealiza a filósofa. (Reestruture)
(Boa estratégia coesiva) Paralelamente, a falta de debates sobre a linguagem neutra é um desafio presente no problema. Djamila Ribeiro explica que é preciso retirar uma situação da invisibilidade para as soluções serem promovidas. Porém, há um silenciamento instaurado na questão da linguagem neutra, visto que pouco se é discutido sobre esse direito de uso por parte da população não-binária , gerando uma marginalização e coação para o uso dos meios tradicionais da linguagem. Assim, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora. (Reestruture e explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Dessa forma, uma intervenção faz-se necessária. Para isso (Vírgula) o Poder Executivo deve propor normas jurídicas que atendam o direito do uso da linguagem neutra pela população não-binária, com o objetivo de criar uma sociedade inclusiva. Tal ação, poderá ainda ser publicadas por meio das mídias em massa. Além disso, é preciso intervir sobre a falta de debates sobre a linguagem neutra, com a promoção de campanhas, patrocinadas pelo Estado, que visem trazer à discussão a questão do uso da linguagem neutra, com o objetivo de assistir os direitos dessa parcela silenciada. Só assim poderá se configurar um mundo melhor. (A proposta de intervenção está incompleta)