A linguagem neutra deve ser inserida na língua portuguesa?
Tema: Debate sobre a linguagem neutra
A língua não é um código, por isso a língua portuguesa já sofreu e ainda sofre variações (Dê exemplos) por fatores como avaliações sociais, contato com outros idiomas, políticas de educação, dentre outros. Atualmente, existe uma discussão sobre a linguagem neutra. Esta deve ser inserida no vocabulário? Quais seriam as consequências? Estes são alguns dos questionamentos realizados por muitas pessoas quando são abordadas sobre o tema.
(Melhore a coesão interparágrafo) Se caso a linguagem neutra fosse inserida no vocabulário hoje, levariam anos até que toda a população brasileira a utilizasse de maneira instantânea. Entretanto, deve ser analisada a necessidade da criação de uma linguagem inclusiva, pois com o aumento expressivo de movimentos LGBTQ+ (Desenvolva a sigla), esta pode ser uma maneira de representar este grupo de forma mais adequada e respeitosa. (Reestruture e explore com mais produtividade)
(Melhore a estratégia coesiva) Segundo Jurgen Habermas, “A linguagem é uma verdadeira forma de ação”. É de suma importância que seja analisado o valor da língua para uma sociedade, esta deve-se sentir representada pela forma que seu idioma encontra-se se encontra inserido no atual contexto social. Por consequência da regularização de uma linguagem neutra temos a dificuldade da inclusão dela para os deficientes visuais (Melhore a construção dessa discussão), a reimpressão de livros didáticos respeitando as novas normas e a inserção da mesma na sociedade.
(Boa estratégia coesiva) Em suma, a língua é mutável (Vírgula) baseando-se em vários fatores, mas antes de determinar alguma mudança na norma padrão deve-se analisar se realmente há a necessidade de realizá-la. A criação de uma linguagem neutra é uma forma de incluir as pessoas pertencentes ao grupo LGBTQ+ de forma respeitosa na língua portuguesa, criando um gênero que as defina sem mais preconceitos. O governo federal deve considerar a criação de uma lei onde seja inclusa incluída a linguagem neutra na língua portuguesa, e este projeto deve ser apresentado a outros países falantes da língua para que estes também analisem a proposta. (Apresente todos os elementos da proposta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 680 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |