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Em “Cinderela está Morta”, da autora Kalynn Bayron, é retratada a opressão com que são tratadas as pessoas LGBTQ+ (Desenvolva a sigla), impedidas de se expressarem normalmente e assumirem sua sexualidade em uma comunidade conservadora. Analogamente ao livro, as lutas identitárias de tal comunidade se tornam cada vez mais recorrentes, sendo a discussão sobre o pronome neutro uma das pautas mais importantes e que merece destaque pelas suas problemáticas. Dessa forma, é necessário observar-se a origem por trás da luta pela adesão ao pronome neutro, assim como também as implicações que tal mudança causaria na sociedade. (Muito bem. Contextualizou o tema)
Nessa perspectiva, vale destacar as motivações políticas e sociais que motivam a comunidade gay a lutar pela mudança na linguagem padrão. Segundo a teoria do sociólogo Boaventura de Sousa Santos, existem “linhas abissais” que separam a população marginalizada e excluída do restante da sociedade, que por sua vez busca de alguma forma se incluir e se integrar na sociedade. Desse modo, a linguagem neutra se torna um meio para tal comunidade se sentir parte da sociedade e diminuir sua exclusão (Explore mais esse argumento). Porém, embora a intenção seja boa, cabe destacar a dificuldade em se mudar uma língua, além das implicações que tal mudança pode causar à sociedade.
(Boa estratégia coesiva) Em contraste com a importância da inclusão da comunidade LGBTQ+, existem os problemas advindos da linguagem neutra, como por exemplo, a dificuldade de compreensão por parte dos leitores. Segundo dados do site “Clube do Português”, a linguagem neutra pode dificultar a leitura por parte de pessoas deficientes, além da substituição de letras por “x” ou “@”, que não podem ser compreendidas e passadas aos seus interlocutores por meio de programas computacionais, utilizados por deficientes visuais por exemplo (Essa discussão precisa ser explorada com mais produtividade). Dessa maneira, a linguagem neutra pode gerar dificuldades para outra camada invisibilizada da sociedade, o que a torna um meio inviável para a busca de inclusão a longo prazo.
(Boa estratégia coesiva) Por fim, medidas devem ser tomadas para que a comunidade LGBTQ+ se integralize mais na sociedade. O governo federal, por meio de propagandas e anúncios, pode conscientizar a população a respeitar e chamar o indivíduo da forma que ele se sentir mais confortável, seja pronome neutro ou não, sem necessariamente incluir gramaticalmente o termo na língua. (Truncamento)Além de implementar politicas públicas que permitam a população LGBTQ+ se integrar na sociedade, como aumentar a empregabilidade por meio de cotas, assim como o ensino sobre sexualidade nas escolas. Assim, atenuar-se-á o problema e não se viverá uma reclusão conservadora como no livro de Bayron. (Faltou apresentar o detalhamento)