Amsterdam
Tema: Debate sobre a linguagem neutra
Em janeiro de 2022, uma decisão tomada pelo Ministro do STF (Superior Tribunal Federal) ganhou repercussão por se tratar da autorização ao uso da linguagem neutra em Rondônia. Nesse sentido, elucida-se que o debate acerca desse tema é necessário. Isso porque ele acaba desconfigurando o Português padrão, bem como gera conflitos na forma com que o mesmo é passado nas escolas. Destarte, trata-se de uma pauta a ser levantada. (Melhore a contextualização do tema)
Sob essa análise, é lícito citar que a utilização de pronomes, adjetivos e substantivos sem gênero pode desestabilizar o formato já estabelecido do Português (Essa discussão precisa ser mais explorada). Isto é, uma adoção desse tipo acabaria promovendo a ruptura do idioma que carrega a identidade cultural e histórica do povo brasileiro (Melhore a apresentação dessa discussão). Dessa forma, o emprego do próprio acabaria sofrendo riscos, conforme o Tupi, usado pelos nativos. Logo, conclui-se que a generalização da língua é muito importante.
(Reveja a estratégia coesiva) Por outro lado (Além disso), vale citar que a problemática supracitada representa um déficit na formação educacional de crianças e jovens. Ou seja, a incorporação de novas variações acabaria dificultando o aprendizado da escrita (Melhore a apresentação dessa discussão). Dessarte, a alfabetização adequada de milhões de brasileiros ficaria comprometida. Assim, a isenção da definição do sexo na língua não pode ser tolerada.
(Boa estratégia coesiva) Nessa perspectiva, portanto, medidas de prevenção à identidade linguística, tal qual seu lecionamento efetivo, devem imperar. Para tanto, cabe ao Poder Legislativo, através de emendas constitucionais (Vírgula) reforçar as leis que impedem a aplicação da linguagem neutra no Brasil, seja em qualquer âmbito social. Dispondo, então, do objetivo de evitar que ela volte a ganhar importância. (Apresente todos os elementos da proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 680 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |