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Tema: Trabalho infantil no Brasil
John Locke, filosofo inglês, destaca ser dever do Estado assegurar os direitos e o bem-estar da população. Todavia, em virtude do trabalho infantil ser uma realidade na sociedade, é valido reconhecer como o Poder Público não atua de modo efetivo e, pior, não exerce seu papel social. Nessa lógica é possível analisar a falta de fiscalização governamental e a desigualdade social como impulsionadores do problema. (Muito bem. Formulou a tese)
Primeiramente, é indubitável a falta de fiscalização governamental. Desse modo, se vê que mesmo após a criação de leis, o trabalho infantil continua existindo, isso por conta da diminuição da quantidade de auditores fiscais, ou seja, o número de fiscalizações diminuindo. Conquanto, o orçamento para o combate ao trabalho infantil passou de 1,2 milhões para 300 mil, de 2010 a 2018, em âmbito nacional. Além disso, o número de Auditores Fiscais do Trabalho, a quantidade de auditores ativos passou de 3.059 para 2.303, entre 2010 a 2018. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, é notória a desigualdade social como outro fator impulsionador do problema. Desta forma, é valido analisar que entre 2016 e 2017, (Sem vírgula) a proporção de pessoas pobres no Brasil subiu de 25,7% para 26,5% da população, de acordo com dados revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas em 2018. Diante deste cenário, o aumento da pobreza significa também o aumento do trabalho infantil, já que tem ligações diretas com a situação econômica das famílias brasileiras. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham erradicar o trabalho infantil. Por conseguinte, cabe ao governo federal disponibilizar verbas e concursos de auditores fiscais. Além disso, cabe do mesmo modo ao governo projetos sociais de ajuda a famílias carentes, de modo que a situação em que as famílias se encontram melhore (Vírgula) assim não tendo a necessidade de enviar a criança ao trabalho. Somente assim o Estado irá concretizar seu dever assegurando os diretos e bem-estar social. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |