Insegurança Alimentar no Brasil
Tema: Insegurança alimentar no Brasil
A Constituição federal de 1988, documento mais importante do país, prevê (Vírgula) em seu artigo 6, o direto à alimentação como inerente a todo cidadão brasileiro. Portanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a insegurança alimentar no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. (Formule a tese)
Em uma primeira análise, devemos ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de acesso e disponibilidade das pessoas aos alimentos. Nesse sentido, diversas famílias sofrem com essa realidade no país, passando por dificuldades e muitas vezes ficando dias sem comer, resultando na decadência de órgãos e em casos mais graves, na morte. Nesta condição, segundos as ideias do filósofo John Locke, apresenta como uma violação do “contrato social” (Vírgula) já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis como a alimentação, o que infelizmente é evidente no país. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, é fundamental apontar a mudança de mais de 8 milhões de pessoas nessas condições desde 2017, tendo como impulsionador da insegurança alimentar no Brasil, tendi assim, diversas famílias sem condições de comer em sua própria residência. Logo, é inadimicivel inadmissível que esse cenário continue assim. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Conclui-se (Vírgula) portanto, a necessidade de combater esses obstáculos, para isso, é vital que o governo, por intermédio de campanhas públicas e debates políticos, com fim de diminuir essa crise alimentar (Construção confusa e incompleta. Reestruture). Assim se formará uma sociedade mais tolerante, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social” como afirma John Locke. (A proposta está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |