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Tema: Insegurança alimentar no Brasil
A Bíblia Sagrada, no livro de Mateus, diz “dai de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede”. No entanto, percebe-se que na atual realidade brasileira, várias famílias encontram-se em situação de insegurança alimentar no Brasil. Tal fato, que foi agravado pela pandemia do corona vírus coronavírus, já estava piorando nos últimos anos, em conseqüência da má gestão pública do atual governo. (Formule a tese com mais clareza)
Em primeira análise, várias pessoas perderam a sua fonte de renda logo no início da pandemia do corona vírus. Isso fez com que muitas famílias, que já viviam em situações precárias, passassem a depender totalmente de doações, do programa Bolsa Família e do Auxílio Emergencial, criado pelo governo durante a pandemia. Essa situação agravou um problema que já era crescente: a escassez de programas voltados ao combate à fome e estímulo à agricultura familiar no Brasil, conforme estudo da BBC News Brasil. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, a má gestão pública do atual governo já vinha resultando na piora dos índices da insegurança alimentar no Brasil. Conforme dados de 2020, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan), 9 milhões de pessoas a mais, em relação ao ano 2018, se encontravam nessa situação antes do início da pandemia. (Truncamento) O que evidencia o enfraquecimento da gestão das políticas públicas desde o início do atual governo, em 2019. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Por fim, urge que o atual governo melhore a gestão dos programas voltados ao combate à fome, por meio da atualização monetária dos valores defasados do programa Bolsa Família e de estímulos à agricultura familiar. Dessa maneira, será possível garantir que as famílias de baixa renda tenham uma garantia mínima de recebimento mensal, compatível com a atual realidade e voltem a ter segurança alimentar no Brasil. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |