Bullying – o reflexo de uma sociedade.
Tema: Bullying: ‘brincadeirinha’ comum
Discriminação, intimidação, humilhação, agressividades repetitivas nas escolas recebem o termo “bullying” para designá-las. No entanto, todas estas atitudes resumem-se a uma única palavra: violência, que há muito tempo abrange todas as esferas da sociedade. Porém, graças há uma grande número de pesquisas referentes às conseqüências desta na vida do individuo, quando ocorrem em contexto educacional; tem-se hoje uma maior divulgação e atenção nestes casos específicos de violência.
É evidente que qualquer ação gera uma reação, temos empiricamente a Lei de Newton na física que nos comprova esta afirmação, e não é diferente no comportamento humano. A grande dificuldade é saber o quanto e como uma ação de bullying afetará um sujeito, e qual será a sua reação perante a ela. Assim, devido à impossibilidade de determinar a reação precisa de uma pessoa vítima de bullying, é necessário banir esta prática tão comum nas escolas brasileiras, o que prevenirá, certamente, tragédias como a de Realengo no Rio de Janeiro.
Sabe-se que educação e a falta dela é a solução e a responsável por tudo quando se discute problemáticas sociais, mas a educação não oriunda puramente do meio escolar, mas aquela que vem de casa, da família, da comunidade. É preciso educar nossas crianças, nossos jovens com princípios éticos e morais que englobem respeito às diferenças suas e às dos outros, e que a particularidade de cada um seja vista como algo enriquecedor, que irá acrescentar e não como algo depreciativo.
No entanto, não adianta responsabilizar somente a escola e os pais, e buscar mudanças somente nestes, é fundamental um novo olhar da sociedade inteira, inclusive dos meios de comunicação pelos quais somos influenciados. Afinal, grande parte do tempo nós somos bombardeados com imagens televisivas em que o simétrico, o igual é valorizado, e o diferente é vitima de chacota em programas humorísticos. Assim, como podemos cobrar outro tipo de atitude de nossas crianças, se em quase todos os momentos enaltecemos padrões e ignoramos o que foge, mesmo que superficialmente, dele?
Portanto, para jovens mais conscientes, que acolhem e respeitem os ditos como não iguais no seu ambiente escolar, são necessários adultos com estas mesmas características em todos os contextos. A criança é o nosso reflexo, e se queremos um reflexo melhor, teremos que mudar a nossa imagem. Então, mãos à obra!
REVISE COMO UTILIZAR A CRASE
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 9 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |