**ET/ Prato do dia: uma reflexão sobre a insegurança alimentar no Brasil.
Tema: Insegurança alimentar no Brasil
Nota-se que desde o início da Pandemia de coronavírus no Brasil, no início de 2020, gradativamente a mesa e dispensa de diversos brasileiros foi definhando até encontrar-se vazia. Essa condição, principalmente agravada pela explosão de casos de covid-19 (Vírgula) que consequentemente culminou na diminuição de vagas de empregos, aumento dos valores de alimentos básicos para refeições diárias e na incerteza sobre o dia seguinte. Não apenas motivada pela pandemia, os casos de insegurança alimentar já se encontram-se muito presentes desde a diminuição e até extinção de alguns programas de combate à fome, como o incentivo à agricultura familiar e defasagem da cobertura do Bolsa Família. (Melhore a contextualização do tema)
A questão da insegurança alimentar, hoje presente em cerca de 19 milhões de lares brasileiros, vai além no impacto social, sendo causadora de inúmeros impactos na saúde, desde a perda de memória e falta de energia, até a anemia e a morte por inanição (Explore mais essa discussão). A ausência de macronutrientes como carboidratos e proteínas, assim como a de micronutrientes como os minerais e vitaminas (Vírgula) podem causar sequelas irreversíveis (Vírgula) sobretudo em crianças.
(Melhore a estratégia coesiva) A partir desses apontamentos, cabe ao governo federal juntamente aos Ministérios da Saúde e da Agricultura formarem um conjunto de ações em uma força-tarefa com programas de combate à fome que visem a diminuição de famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar em até 1 ano. Com novos incentivos à agricultura familiar e a inserção de feiras comunitárias em pontos objetivos de regiões mais necessitadas, tal qual o desenvolvimento de um auxílio destinado exclusivamente à aquisição de alimentos da cesta básica para famílias de baixa renda, (Ponto final) Além disso, outra medida indispensável é o acompanhamento de profissionais da saúde para identificar e tratar casos de subnutrição e desnutrição em todas as faixas etárias. Apenas com essas medidas e cuidados será possível recuperar a população da incerteza do dia e do alimento de amanhã. (A proposta está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |