Falta de alimentos no Brasil
Tema: Insegurança alimentar no Brasil
A Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 pela ONU (Desenvolva a sigla)- assegura a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Porém, a insegurança alimentar tem tirado esse direito de muitos cidadãos brasileiros. A falta de alimentos tem chegado para grande parte da população. Nesse sentido, observa-se um delicado problema que tem como causas o silenciamento e a negligência estatal. (Muito bem. Formulou a tese)
(Uso inadequado do elemento coesivo) Dessa forma, em primeira análise, a falta de debate é um desafio presente na problemática. Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silenciamento instaurado na questão da falta de acesso a alimentos visto que pouco se fala sobre o tema nas mídias de massa e na escola (Melhore a apresentação dessa discussão) , gerando a desinformação da maioria dos brasileiros. Logo, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
(Boa estratégia coesiva) Em paralelo, a negligência estatal é um entrave no que tange ao problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser articulada pelos homens a fim de alcançar o equilíbrio social. No entanto, a insegurança alimentar no Brasil rompe esse equilíbrio visto que a situação de fome tira a dignidade e a honra das pessoas (Melhore a apresentação dessa discussão). Dessa forma, o Estado deve desenvolver e cuidar de programas sociais que lutam contra a fome.
(Boa estratégia coesiva) Em vista disso, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o poder público deve investir em informação sobre a insegurança alimentar no Brasil, por meio da destinação de verbas. Tal ação pode, ainda, ser divulgada na mídia de massa para que a população tome conhecimento. Paralelamente, é preciso intervir sobre o silenciamento presente no problema. Dessa forma, cada vez mais brasileiros terão os seus direitos devidamente assegurados. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |