INSEGURANÇA ALIMENTAR NO BRASIL IZA91
Tema: Insegurança alimentar no Brasil
George Bernard Shaw, dramaturgo e jornalista, afirmava que "o progresso é impossível sem mudanças, e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada". Nesse viés, é necessário mudanças na atuação do Estado e investimentos em educação voltada à questão da insegurança alimentar no Brasil. (Melhore a contextualização do tema)
Em primeira análise, em consonância com a ótica de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, as escolas deveriam ensinar também conteúdos socioemocionais. Assim as crianças aprenderiam desde a educação básica, além dos conteúdos técnico-cientificos, conceitos importantes, entre eles, o respeito e a igualdade, que ajudariam a formar cidadãos mais capacitados para o mercado de trabalho e conscientes para ajudar as pessoas que têm menos acesso aos alimentos. (Reestruture a discussão apresentada)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, ocorre a negligência estatal, (Ponto final) Isso pode ser visto, (Sem vírgula) seja na irrisória política pública referente às a essa temática, seja pelos poucos programas sociais, que não são suficientes para atender as necessidades dos mais carentes (Melhore a apresentação dessa discussão). Essa ineficácia das esferas do poder, (Sem vírgula) exemplifica a teoria do sociólogo Bauman, a qual diz que o Estado não consegue garantir alguns direitos básicos dos cidadão. Ainda que a Constituição de 1988 estabeleça vários direitos, inclusive à alimentação, mas nem sempre acontece na prática. (Reestruture)
(Boa estratégia coesiva) Mediante ao exposto, urge que o governo federal promova campanhas de forte apelo emocional acerca da insegurança alimentar, e investir na geração de empregos e combate à fome. Além disso, é preciso haver mudanças escolares, com debates sobre o tema, a fim de que haja progresso na formação cidadã, (Ponto final) Assim, mais qualificados, (Sem vírgula) terão ocupações melhores e maior acesso à alimentação de qualidade. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |