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Tema: Insegurança alimentar no Brasil
Não é de hoje que a fome é um, (Sem vírgula) dos mais preocupantes, (Sem vírgula) problemas mundiais, que engloba tanto países desenvolvidos, tanto países subdesenvolvidos. Um reflexo disso, aqui no Brasil, foi a promoção de ossos de animais e a vastidão de pessoas para compra-lós comprá-los. A insegurança alimentícia é um problema complexo, pois além do medo à falta de alimento, ela impacta, diretamente, no desenvolvimento das crianças, na sobrecarga das intituições de saúde e no aumento da violência, visto que, (Sem vírgula) sem perpectiva de alimentação a população se vê forçada a brigar por comida. (Reestruture as discussões iniciais)
A pandemia da covid-19 aumentou, em grande escala, a insegurança alimentar nas residências brasileiras, entretanto ela não é um problema recente, desde antes o Brasil vem lutando com sua população à mercê da fome, (Ponto final) Somente em 2018, a PENSSAN (Desenvolva a sigla) constatou que mais de 10 milhões de brasileiros viviam com insegurança alimentar, grande parte por causa da falta de oferta de trabalho e aos cortes ou reduções de auxílios governamentais. (Reestruture as discussões)
(Melhore a estratégia coesiva) Em razão de diminuir a fome estudantil, vários estados adotaram medidas de distribuições de cestas básicas, aos alunos de escolas estaduais, (Melhore a coesão textual) no estado de Goiás (Vírgula) além das cestas, havia a opção de um cartão alimentação, ao no valor mensal de, apenas, R$ 30,00, mostrando assim, que apesar da insegurança alimentar continuar se alastrando no país (Vírgula) o Estado não toma medidas eficazes, optando por cortes de auxílios e quando continua com eles, (Sem vírgula) ficam a valores baixissímos. (Reestruture)
(Melhore a estratégia coesiva) Ao ver de acabar ou diminuir a insegurança alimentícia brasileira, é necessário intervenção ativa do Estado, tanto para levar alimento a população, (Sem virgula) sem grande acesso (Melhore a construção dessa ideia), tanto na criação e ampliação de auxílios alimentícios, (Sem vírgula) que cheguem a todos os necessitados. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |