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Segundo dados de diversos portais de notícia, após mudanças nas leis armamentistas realizadas pelo presidente Jair Bolsonaro, o Brasil observou um aumento na circulação de armas de fogo entre civis. Por consequência, houve também um crescimento de 5% nos casos de mortes violentas pelo país, apontado por dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Esse fato evidencia como a posse e o porte de armas ocasionam pioras na violência urbana, acidentes domésticos e agrava situações inconvenientes, levando a se tornarem letais. (Formule a tese com mais clareza)
Primeiramente, de acordo com a frase do antigo jornalista, político e escritor Henri Lacordaire (Dois pontos) “A injustiça atrai a injustiça, a violência gera a violência.”, (Ponto final) Por isso, na conjuntura da sociedade brasileira atual, flexibilizar a posse e o porte de armas de fogo, que são objetos para incitar atos violentos, iria apenas piorar os já altos índices de violência urbana, homicídios e outras mortes. Além do baseado na lógica do pensador, também existem estatísticas que comprovam esse argumento, como o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o qual mostra que a cada 1% de aumento na circulação de armas de fogo pelo país, os índices de homicídios aumentam em 2%. (Explore os dados com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, outros dados do Ipea também mostram que armas dentro de ambientes domésticos aumentam casos de violência doméstica, suicídios e mortes por brigas banais, devido ao facilitamento ao acesso desses objetos perigosos em momentos de descontrole. Fora inúmeros casos de acidentes que poderiam ser evitados com crianças e adolescentes se não tivessem a presença de armas no local. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é possível concluir, (Sem vírgula) que o aumento da circulação de armas representa perigo à sociedade brasileira, sendo necessário que o STF (Supremo Tribunal Federal) anule os decretos do presidente, através de julgamento, e também, (Sem víirgula) que o MPF (Ministério Público Federal) fiscalize melhor a lei federal do Estatuto do Desarmamento, por meio da ação dos procuradores-gerais da República. Dessa maneira, os brasileiros poderão seguir, verdadeiramente, em direção ao caminho da redução da violência. (A proposta está incompleta)