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No contexto em que vivemos, a segurança pública é um assunto bastante discutido e a questão do porte de armas pela população sempre foi um de seus temas mais polêmicos. No entanto, o acesso facilitado à ao armamento por parte do povo causa o efeito contrário do esperado, uma vez que grande parte das pessoas comuns não estão aptas psicologicamente para estar em posse de uma arma e são frequentes os casos de acidentes fatais envolvendo ditas ferramentas. (Melhore a contextualização do tema)
(Boa estratégia coesiva) Primordialmente, é importante ressaltar que a maioria dos cidadãos não tem condições mentais para se apropriar de um objeto tão perigoso que pode facilmente ferir outro cidadão, visto que um acesso de raiva repentino pode levar uma pessoa mentalmente desequilibrada e armada a atirar em alguém próximo. Segundo o Instituto Sou da Paz (ISP), metade dos casos de feminicídio nos últimos vinte anos foram causados por armas de fogo, e é de conhecimento geral que mulheres são as principais vítimas da violência seguida de uma explosão de fúria. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Depois, outro problema causado pela existência de armas dentro de residências civis são os acidentes fatais que podem ocorrer, con com destaque para os ligados a crianças, que não sabem manusear uma arma de fogo e correm o risco de machucar a si mesmos ou terceiros de maneira acidental. Nos Estados Unidos, país onde o porte de armas é legalizado, cerca de 470 acidentes envolvendo armas de fogo aconteceram em 2018, fato que pode ser reproduzido no Brasil caso o porte de armamento é legalizado. (Explore o argumento com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Diante disso, conclui-se que faz-se necessária a intervenção. É imperativo que o Ministério da Segurança Pública invista mais recursos na segurança do país, aprimorando o preparo policial para que, assim, o porte de armas por civis não seja indispensável. Adicionalmente, são importantes ad as campanhas de desarmamento para retirar armas de circulação, que devem também ser organizadas pelo Ministério de Segurança Pública. Assim, uma sociedade verdadeiramente segura será possível. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
160 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
840
|
Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |