Desafios de inclusão na educação para autistas
Tema: Autismo: desafios para a inclusão
A Constituição federal de 1988 assegura os direitos e o bem-estar da população. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra os desafios para inclusão dos portadores do autismo, verifica-se que esse preceito é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Tal fato não só se dá pelo preconceito presente na sociedade, como também pela inércia estatal no tocante a medidas que propiciem uma inclusão de qualidade aos autistas, principalmente no sistema educacional. (Muito bem. Contextualizou o tema e formulou a tese)
(Reveja a estratégia coesiva) Diante desse cenário, o preconceito enfrentado pelas famílias de portadores do espectro autista é o principal catalisador do problema. Para o físico Albert Einstein (Vírgula) é mais fácil desintegrar um átomo do que o preconceito. Porém, o primeiro passo para a inclusão de determinado grupo é eliminando quaisquer ato que remete ao preconceito. É (Vírgula) portanto, intolerável que pais de crianças autistas continuem a passar pela dificuldade em matricular seus pupilos, seja na educação pública ou privada, por causa da rejeição das escolas em receber essas crianças. (Reestruture a discussão apresentada)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, a inércia estatal para com uma educação inclusiva e de qualidade para os autistas é outro ponto que fomenta a problemática. O autismo pode ser entendido como um distúrbio que afeta a interação social, a comunicação, o aprendizado e a adaptação de quem o porta. Sendo assim, torna-se fundamental que as escolas tenham aulas inclusivas através de métodos e novas habilidades que devem ser adquiradas pelo professor, (Ponto final) Nesse sentido, é indispensável a capacitação do profissional da educação. (Reestruture)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, cabe ao governo federal, instância máxima do poder executivo, aderir a criação de uma lei que obrigue as escolas a capacitar, por meio de cursos e palestras, um grupo de profissionais para que tenham uma cota mínima de aceitação de alunos com autismo. Tal medida visa combater o impasse de forma prática e democrática. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |