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Tema: Autismo: desafios para a inclusão
A série “The Good Doctor” relata a história de Shaun Murphy, um cirurgião com TEA (Transtorno de Espectro de Autismo Autista) que sente dificuldades em se comunicar com as pessoas e socializar. De forma análoga à produção fictícia, os portadores dessa síndrome lutam diariamente para se sentirem inclusos incluídos na sociedade. No entanto, essa é uma realidade ainda distante, uma vez que não existem mecanismos e métodos eficientes para esse fim. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar essa temática afim a fim de buscar soluções para esse problema.
(Boa estratégia coesiva) Primeiramente, é necessário ressaltar a presença do autismo na atualidade. De acordo com estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), há cerca de 70 milhões de autistas no mundo e 2 milhões no Brasil. No entanto, mesmo com essa presença, infelizmente, essa população ainda não possui meios para participar ativamente na sociedade. Dessa forma, fica perceptível a tamanha negligência da sociedade para com esse grupo. (Abordagem limitada)
(Boa estratégia coesiva) Em segunda análise, pode-se observar essa negligência no próprio sistema de ensino, que não possui a capacidade de desenvolver um ensino especial para os portadores de TEA. De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), de 2017 para 2018 o número de autistas matriculados em classes comuns aumentou 37,27%. Ou seja, essas pessoas, que deveriam estar em uma sala especial possuindo um método de ensino especializado, estava na mesma sala de pessoas sem deficiência e não possuíam o menor apoio. (Reestruture a discussão apresentada)
(Boa estratégia coesiva) Dessa forma, diante dos fatos apresentados, torna-se necessário buscar uma forma de solucionar ou, pelo menos, mitigar esse problema (Solucionar e mitigar são sinônimas). Para isso, é necessário que o governo realize campanhas publicitárias com o objetivo de enfatizar a importância da inclusão dos autistas e libere verbas para as escolas públicas investirem no ensino especializado. Além disso, deve-se ressaltar a importância da família na procura desse objetivo, que deve estar sempre presente na vida dessas pessoas e ajudá-las com suas dificuldades. Dessa forma, o problema poderia ser solucionado. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |