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Tema: Autismo: desafios para a inclusão
São Tomás de Aquino defendia que todas as pessoas deveriam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a dificuldade na inclusão de pessoas que sofrem com autismo contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, esse grupo é vítima de constante discriminação. Dessa forma, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que persiste devido, (Sem vírgula) não só a insuficiência da legislação, mas também à falta de conhecimento. (Muito bem. Contextualizou o tema e formulou a tese)
(Boa estratégia coesiva) Nesse sentido, em primeiro lugar, evidencia-se que a insuficiência legislativa é um grande responsável pela complexidade do problema. O filósofo John Lock defende que (Dois pontos) "As leis fizeram-se para os homens e não para as leis". Ou seja, ao ser criada uma lei, é preciso que ela seja planejada para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. No entanto, na questão da inclusão de pessoas autistas na sociedade, a legislação não tem sido suficiente. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, outra dificuldade enfrentada é a falta de conhecimento. De acordo com Schopenheauer, os limites de visão de uma pessoas determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre como pessoas que têm esse transtorno neurológico vivem, sua visão sara será limitada, o que dificulta ainda mais a erradicação do problema. (Reestruture a discussão apresentada)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, para que a inclusão de pessoas autistas passa passe a fazer parte da realidade brasileira, medidas precisam ser tomadas. Para que isso ocorra, o Poder Público, (Sem vírgula) deve desenvolver palestras, por meio de entrevistas com pessoas autistas e estecialistas especialistas no assusto, a fim de reverte a falta de conhecimento por parte da população. Tal ação pode, ainda, ser compartilhada nos meios de massa para uma maior repercussão. Paralelamente, é preciso intervir sobre a insuficiência legislativa presente na questão. Assim, poderíamos chegar mais perto de uma inclusão efetiva, seguindo o entendimento defentido por Tomás de Aquino.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 200 | Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 880 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |