Autismo: desafios para a inclusão
Tema: Autismo: desafios para a inclusão
Na sociedade hodierna, a inclusão tem se tornado pauta frequente no cotidiano dos brasileiros. Entretanto, analisando-se o cenário atual, é possível observar obstáculos no que se refere à integração de pessoas autistas junto à sociedade. Essa realidade se deve a problemáticas como: a falha recorrente das mídias sociais no que está relacionado à representatividade e a falta de investimentos por parte do governo. (Melhore a contextualização do tema)
(Boa estratégia coesiva) Em um primeiro momento, cabe a análise das mídias sociais como um todo, tendo em vista que, (Sem vírgula) há pouca visibilidade para os portadores do transtorno do espectro autista. De acordo com a teoria do Habitus, do sociólogo Pierre Bourdieu, a sociedade possui padrões que são impostos, naturalizados e, posteriormente, reproduzidos pelos indivíduos. Em consonância com a citação anterior, percebe-se nos meios de comunicação a ideia e a ilusão de uma vida perfeita que, por consequência, traz consigo a exclusão aos que não se encaixam aos padrões impostos. (Abordagem tangencial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, cabe a discussão á cerca acerca da falha no que tange aos investimentos feitos por parte dos órgãos governamentais. Este quadro de inoperância do poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do filósofo Bauman, que as descreve como presentes na sociedade , mas não cumprem seu papel com eficácia. Prova disso é a segregação e o abandono daqueles que carecem de auxílio. (Abordagem tangencial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é de suma importância que a mídia, ferramenta de grande abrangência, informe a sociedade e gere oportunidades, incluindo pessoas autistas em suas programações. Outrossim, cabe ao governo, principal promotor da harmonia social, auxiliar, por intermédio de incentivo monetário, a realização de palestras, aulas e obras, com o objetivo de promover representatividade e inclusão. Dessa forma, trazendo notoriedade para pessoas portadoras do transtorno e desfazendo estigmas.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 480 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |