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Tema: Autismo: desafios para a inclusão
Inclusividade Inclusão e capacitimismo são temas muito discutidos na atualidade, sendo de extrema necessidade para assegurar os direitos civis e morais das pessoas com deficiências. E um dos grupos de indivíduos que lutam por visibilidade é o de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). (Reelabore as discussões iniciais e formule a tese)
(Melhore a estratégia coesiva) O autismo é um transtorno de difícil diagnóstico, logo pode ser confundido como déficit de atenção, timidez ou outros similares. Consequentemente, o primeiro desafio é a identificação e reconhecimento do transtorno. Dessa maneira, o governo federal em parceria com os ministérios da saúde e educação devem investir e potencializar no estudo do TEA, divulgando os resultados obtidos de maneira acessível, para propagar informação que norteiem o diagnóstico primário pelas pessoas que têm convívio direto com os portadores do autismo. Além de criar novas leis e aprimorar as políticas públicas já existentes de inclusão dessas pessoas à sociedade. (Reestruture as discussões apresentadas. Cuidado com o tangenciamento)
(Melhore a estratégia coesiva) Mesmo após sancionar a Lei 12.764 (Vírgula) que constitui direitos à cidadania, garantindo os benefícios aos portadores de TEA nas áreas de educação e trabalho, a taxa de desemprego de pessoas adultas autistas é cerca de 80% (Apresente a fonte do dado apresentado). Isso porque o preconceito ainda é frequente nos critérios de contratação, e a capacitação profissional para lidar com o autismo é recente, necessitando urgentemente de ampliação e melhoramento. Portanto, a informação é crucial para desintegrar o preconceito com esses cidadãos, visto que o preconceito é um dos maiores desafios na inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista no mercado de trabalho. (Abordagem tangencial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Em suma, o caminho para a inclusão dos autistas à na sociedade é o investimento em tecnologia para o diagnóstico, ciência para garantir a qualidade de vida dos portadores, políticas públicas efetivas e informação. Quanto aos não portadores é preciso mais humanidade e amabilidade no convívio com os autistas. (Evite construções clichês)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 400 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |