Parto humanizado: o zelo pela vida.
Tema: Parto humanizado: uma questão de saúde pública?
A humanização do parto é uma proposta que começou a ser difundida a partir do ano 2000 e até hoje impacta muitas vidas, (Sem vírgula) que aderem e lutam por este projeto. Porém, é um assunto não definido como questão de saúde pública, porque muitos hospitais e profissionais de saúde ainda carecem de conhecer e aplicar esta forma de tratar seus pacientes como são, seres humanos dignos de amor e respeito (Evite clichês) . (Reestruture as discussões iniciais e formule a tese)
(Melhore a estratégia coesiva) Muitas mulheres ao se informarem sobre o parto humanizado têm a concepção de que ele não deve ser realizado em um hospital, e isso é compreensível, porque, segundo pesquisas, o Brasil realiza o quádruplo de 15%, valor recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a prática de cesárea nos partos, intervenção, muita das vezes, desnecessária e desrespeitosa à gestante por não ser informada sobre o procedimento realizado. (Faltou encadeamento das ideias. Reesturture e apresente a discussão com mais clareza)
(Melhore a estratégia coesiva) Um parto humanizado significa tratar a mãe com respeito e dignidade de ser humana, filha de Deus, pois ela possui inteligência e vontade, precisa ser acolhida e compreendida pelos profissionais de saúde, principalmente, zelando pela vida do bebê (Reelabore essa ideia). O tratamento pode e deve ser realizado em um hospital, porque “em 10% dos casos ocorrem complicações”, que “necessitam de atendimento médico imediato e local para tratamento apropriado da mãe e do bebê.”, como explica a Dra. Dani Werka. (Argumentação limitada)
(Melhore a estratégia coesiva) Assim, é necessário que os hospitais públicos e privados se empenhem em realizar fóruns, palestras, workshops, entre outras ações, para acrescentar à formação de seus profissionais de saúde o conhecimento sobre a humanização do parto e como realizá-lo. Com esforços mútuos, o parto humanizado se tornará uma questão de saúde pública, (Sem vírgula) para promover a vida da mãe e do bebê. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |