A negligência vivenciada no início da maternidade
Tema: Parto humanizado: uma questão de saúde pública?
Desde os primórdios da humanidade (Evite clichês), o nascimento de uma criança é percebido como um milagre e, biologicamente (Vírgula) sabe-se que o parto é um dos momentos mais decisivos para a vida de um ser humano. Consequentemente, a ciência busca formas cada vez mais eficazes e saudáveis para o parto. Entretanto, com o passar dos anos, apesar de ser menos recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (Vírgula) a cesárea tornou-se o método mais comum quando se fala do nascimento de uma criança. Congruente ao exposto, torna-se evidente a necessidade do parto humanizado (ou natural). (Formule a tese)
(Melhore a estratégia coesiva) De acordo com o Ministério da Saúde, em 2014, cerca de 40% dos partos na rede pública foram através da cesárea, enquanto na rede privada esse número subiu para 84%. Ademais (Apresente um conectivo com ideia de conclusão) no Brasil, 55% dos partos são cirúrgicos. Nesse sentido, percebe-se que há negligência entre hospitais, governo e a população, uma vez que estes dois primeiros permitiram um método específico de parto, direcionado para casos de riscos, tornar-se comum. (Essa discussão precisa ser mais explorada)
(Melhore a estratégia coesiva) Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) (Vírgula) uma cesárea incorreta pode acarretar a triplicação do risco de morte da mãe e aumentar em seis vezes as chances desta precisar de uma cirurgia futura, devido a possíveis complicações graves. Além disso, a OMS recomenda essa modalidade de parto em 15% dos casos. Dessa maneira, é possível observar que o parto humanizado é uma opção mais segura para a mãe e, possivelmente (Vírgula) para o bebê. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. De forma diplomática e democrática, seguindo a Constituição de 1988, o Ministério da Saúde e o governo federal (Muito bem. Apresentou os agentes) devem enviar um projeto de lei à Câmara dos Deputados, (Muito bem. Apresentou a ação) que proponha investimentos e a criação de novos Sistemas Únicos de Saúde (SUS) (Reelaborar) equipados para realizar o parto humanizado na maioria dos casos. Espera-se com essa medida um país responsável com as mulheres brasileiras. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |