[Sem título]
Tema: Parto humanizado: uma questão de saúde pública?
O momento tão esperado para a mulher que está na espera de ver seu filho pela primeira vez, (Sem vírgula) pode se tornar traumático. Tendo em vista sua condição, a mulher grávida espera o melhor atendimento, mas se frustra ao não ter seu corpo respeitado no momento do parto pelos profissionais que usam do tormento psicológico ao realizar o procedimento, tornando o parto estressante e podendo causar complicações. Há casos que vítimas desse abuso escolhem não ter o acompanhamento médico, movidas a insegurança e medo, se colocando em risco de vida. (Reestruture as discussões iniciais e formule a tese)
(Boa estratégia coesiva) Primeiramente, o corpo do sexo feminino é historicamente vítima de invasões e a vontade da mulher é invalidada, deixando passagem livre para que os abusos no parto sejam banalizados e não enxergados como violação. Apesar de pouco falado do que deveria (Reestruture), no Brasil, a desumanização do parto se expressa nos dados, com partos cesáreas que exorbitam os 15% admitidos pela OMS (Desenvolva a sigla), evidenciando que se trata de uma questão de saúde pública. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a presença da apelação de pressão psicológica por parte de médicos e enfermeiros suscitam traumas irreversíveis na autoestima dessa mulher, a levando optar por não querer o auxílio médico, podendo acarretar consequências fatais, antes mesmo do parto, para mãe e feto. (Argumentação limitada)
(Melhore a estratégia coesiva) Com o objetivo de mudar esse cenário, é imprescindível que se discuta a violência e a humanização do parto com os profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento (Melhore a progressão de ideias) e haja a iniciativa do governo, em conjunto com as mídias sociais, (Sem vírgula) agir através de campanhas informativas de conscientização dando voz às vítimas (Melhore a construção dessa ideia). Somente assim, garantindo sua integridade física e moral, que as mulheres se sentirão seguras e respeitadas. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |