parto humanizado 111
Tema: Parto humanizado: uma questão de saúde pública?
O parto humanizado pode ser definido como uma técnica especializada na atenção e no cuidado da mãe e do feto no momento do parto. Isso significa que, independentemente do método utilizado (cesárea ou normal), o mais importante é pensar no bem-estar da mulher e do bebê. Assim, por estar relacionado a uma questão de saúde pública, o assunto tem sido amplamente debatido nos últimos anos. (Faltou formular a tese)
(Boa estratégia coesiva) Em primeiro lugar, é necessário discorrer acerca do parto humanizado. Nesse sentido, a expressão denota a completa autonomia da mulher para escolher como será o nascimento de seu filho. Também não há pressão para acelerar o momento do parto e todas as escolhas da grávida são respeitadas, o que reduz o nível de estresse e ansiedade da mulher. Além disso, estimula-se o contato entre a mãe e o bebê logo após o nascimento, criando, assim, um forte laço afetivo. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Em seguida, deve-se atentar para o fato de que o parto humanizado é uma questão de saúde pública, tendo em vista os danos que podem ser causados pelos métodos tradicionais. Neles, retira -se a autonomia da mulher em um dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ademais, são procedimentos invasivos e muitas vezes até violento (Explore mais essa discussão). Por óbvio, nos partos tradicionais, o bebê e a mãe sentem mais dor e mais desconforto, podendo, assim (Vírgula) desencadear um quadro de depressão pós-parto.
(Boa estratégia coesiva) A partir das observações feitas, entende-se, então, a importância do parto humanizado na saúde da grávida e do feto, sendo, portanto, uma questão de relevante interesse do Estado. Dessa forma, por haver apenas 18 casas de parto normal públicas no país, o governo (Muito bem. Apresentou o agente) precisa investir em mais infraestrutura e na contratação de mais profissionais especializados no parto humanizado (Muito bem. Apresentou a ação), de modo a melhor atender os usuários desse serviço. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |