Desintegrando preconceitos
Tema: Preconceito amarelo
“É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito”. Essa frase de Albert Einstein ostentou os entraves que circundam o combate às diversas formas de discriminação enraizados na sociedade. Desde a virada da década, corroborado com o surgimento do Sars-Cov-2 em Wuhan, na China, ganhou notoriedade casos de agressão à a pessoas de ascendência asiática, com movimentos de combate surgindo ao redor do mundo, porém muito áquem aquém do necessário para erradicar o preconceito amarelo. (Melhore a contextualização do tema e formule a tese)
(Boa estratégia coesiva) Em um primeiro plano, fazendo uma analogia com a filosofia kantiana, a intolerância existente pode ser vista como o resultado de fatores inatos ao indivíduo com o que foi incorporado a partir das experiências vividas. Tal cenário é agravado com o alastramento de “fake News” que é observado nas diversas redes sociais pela internet, como vídeos de produtos produzidos na China que estariam contaminados, o desenvolvimento proposital do Sars-Cov-2 em laboratório, entre outros. (A discussão precisa ser mais explorada)
(Boa estratégia coesiva) Sob outro prisma, é válido analisar que mesmo com legislações que obstem qualquer forma de intolerância, como a Constituição federal de 1988 e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, ainda é perceptível que a impunidade prevalece, principalmente em relação ao racismo étnico, sendo um grande obstáculo no seu combate e incapacitando as vítimas de ação contra. (Abordagem limitada do tema)
(Boa estratégia coesiva) Infere-se, portanto, que assegurar dignidade ao povo amarelo em terras estrangeiras a este é um desafio e requer ações urgentes. Sendo assim, instituições educacionais precisam (Muito bem. Apresentou o agente) inserir aulas e palestras que corroborem com o pensamento crítico contra notícias falsas que inundam a população. Cabe também às instituições policiais e de justiça criarem meios oficiais de denúncia e investirem na investigação e punição dos agentes de atos de xenofobia. Dessa forma, assim como a desintegração de um átomo tornou-se simples na atualidade, preconceitos poderão sem quebrados.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |