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Desde março de 2020 o mundo passa pela experiência devastadora ocasionada pela pandemia do novo coronavírus. Assim, como se não bastassem as consequências naturais da Covid-19, a sociedade escolhe intensificar ainda mais esse desfecho trágico devido a crenças irracionais que rejeitam a ciência. Nesse sentido, o negacionismo científico presta um temerário desserviço à saúde populacional, uma vez que pode levar milhares de pessoas à morte. Dessa forma, a polarização política e social, somadas a própria desvalorização da ciência (Vírgula) são fatores que intensificam essa problemática.
(Boa estratégia coesiva) Em primeira análise, cabe ressaltar que a polarização política que permeia a sociedade contemporânea faz com que questões de saúde pública sejam reduzidas a lutas partidárias e ideológicas. De acordo com o linguista norteamericano Noam Chomsky, tal movimento se fortalece no apoio a discursos polarizados representados, principalmente, por líderes políticos, como no caso do Brasil. Assim, o fato de alguns brasileiros se oporem deliberadamente ao lockdown (Vírgula) no contexto da pandemia, se associa mais ao apoio a gestão Bolsonaro do que a uma opinião crítica embasada na ciência. Desse modo, fica evidente que o discurso ideológico polarizado pode ocasionar desastres humanitários irreparáveis.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a desvalorização da ciência corrobora para a desinformação populacional, uma vez que a falta de recursos dificulta a produção e a disseminação de conhecimento científico. Um exemplo de como isso ocorre pode ser visto na dicotomia entre países que mais investem na produção científica e os que a desvalidam. Atualmente, vê-se que as primeiras vacinadas contra a Covid-19 surgiram nos países produtores de conhecimento científico. Nesse contexto, o Brasil encontra-se muito atrás no ranking da valorização e apreço à ciência, abrigando movimentos antivacinas, negando a gravidade do vírus e destinando poucos recursos à produção científica. (Delimite e explore as discussões com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Diante do exposto, é preciso que a realidade atual seja repensada. Cabe, portanto, ao Conselho de Segurança da ONU (Boa. Apresentou o agente) garantir a valorização da ciência em todos os países. Isso pode ser feito por meio da criação de um fundo de investimentos em pesquisa e desenvolvimento que será utilizado para a produção de conhecimento científico, a fim de promover a ampla disseminação de saberes acadêmicos a nível social e, com isso, minimizar os efeitos do negacionismo científico. Tal medida ocorrerá com o esforço conjunto dos países desenvolvidos na destinação das verbas. Desta maneira, espera-se superar as dificuldades enfrentadas, não só no combate à pandemia, mas na humanidade.