Bullying: um problema de todos e para todos.
Tema: Bullying: ‘brincadeirinha’ comum
Todo mundo já sofreu algum tipo de descriminação. Na infância e adolescência este é um fato muito comum, no qual podemos dar o nome de bullying. Acompanhamos, nos ultimos dias, um caso extremo. O jovem Wellington, entou na manhã de quinta feira, dia 7 de abril, em sua antiga escola, Tasso da Silveira, com um plano traçado: se vingar de quem no passado, o fez sofrer por causa do bullying e depois se matar.
Esta história chocou a todos, não só moradores do Rio de Janeiro, como no Brasil e no mundo. Não é a primeira vez que o fato ocorre, em outro países como Estados Unidos e Holanda ja tiveram episódios parecidos. Mas não iremos falar das consequências agora, vamos nos ater às causas.
A pressão psicológica feita por outras crianças e adolescentes contribui para um desequilíbrio mental. Muitas pessoas podem reagir bem, não levando as brincadeiras à sério, se focando nos estudos e deixando os outros de lado. Porém, crianças mais sensíveis, ou com um histórico de sofrimento em relação aos pais, criam a necessidade de um acompanhamento dos professores ou da psicóloga de sua escola.
Temos que pensar tambem, que o ensino no Brasil não está voltado para esse acompanhamento. Professores podem ter uma boa formação acadêmica mas não foram treinados para lidar com certas situações.
Agora, vamos virar a moeda, o lado da vítima todos nós conhecemos, mas e o lado do atacante? Há varios motivos que podemos atribuir aos seus ataques verbais e muitas vezes físicos aos seus colegas. Uma criança tem sempre como referencial de comportamento seus pais ou então as pessoas com quem mora. Ao ver seu pai maltratando um empregado ou percebendo o preconceito de sua mãe, os filhos vão achar que aquilo é normal. Os nosso exemplos, até uma certa idade estão em casa.
Muito se discute, no caso da escola Tasso da Silveira, muito poderia ter sido evitado se as câmeras de segurança realmente funcionacem. Contudo, uma maneira mas eficiente é em relação ao comportamento das nossas crianças. A sociedade deve cooperar para que todos fiquem em um mesmo patamar, que ninguem seja melhor que ninguem, ensinando esses principios às crianças que vão estar no nosso lugar daqui a poucos anos.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 6.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |