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Os direitos humanos pregam que todos os cidadãos são livres independente de raça, cor, gênero, sexualidade e religião. Entretanto, a transfobia, ou seja, o preconceito e a repulsão contra pessoas trans, ainda é presente de forma ativa no Brasil, uma vez que tal discriminação se tornou um problema estrutural no país, gerando consequências como a falta de oportunidades no mercado de trabalho e a violência contra essas minorias. (Explore mais as discussões iniciais)
(Melhore a estratégia coesiva) Na internet, frequentemente (Vírgula) internautas compartilham relatos de preconceitos que a comunidade trans sofre no mundo do trabalho, seja pela não contratação, seja pela exclusão e homofobia quando contratados, fazendo com que esses indivíduos muitas vezes (Vírgula) peçam demissão por não suportarem tal pressão psicóloga, trazendo a alta vulnerabilidade desse grupo para a prostituição. (Reestruture e explore mais as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, pessoas trans são violentadas por sua condição (Vírgula) de maneira psicólogica, sexual e física, como o caso da blogueira Alice Felis em que sua casa foi invadida e a mesma foi espancada e esfaqueada, ficando com diversas sequelas. Tal fato, (Sem vírgula) só evidencia os riscos que uma pessoas transexual sofre, (Sem vírgula) apenas por seu gênero. (Reestruture e explore mais as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Sendo assim, há muito o que fazer para que transexuais atinjam sua liberdade no Brasil, e essas melhorias poderão ser feitas através do governo federal e do Poder Legislativo, criando leis de cotas de contratação de trans nas empresas e a criminalização concreta da transfobia, para que assim esses sujeitos possam desfrutar do direito de serem livres, como prega os direitos humanos.