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Segundo as estatísticas e pesquisas da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), o Brasil é considerado como o país mais transfóbico do mundo, pois além da intolerância e preconceitos, alguns brasileiros têm a ousadia de matar uma pessoa trans. Neste contexto, percebe-se que o Brasil continua regredindo em tolerância contra o diferente de gênero, desse modo, a liberdade é dissipada a quem escolher virar transexual, devido aos riscos de morte e intolerância. (Formule a tese com mais clareza)
(Boa estratégia coesiva) Em primeiro lugar, a nação brasileira é (Vírgula) de certa forma (Vírgula) conservadora e seguidora nos dos princípios religiosos cristãos, pois tradicionalmente (Vírgula) na concepção cristã, Deus determinou que quem nascer homem tem que ser homem e ao contrário a mulher (Melhore a apresentação dessa ideia). No entanto, há pessoas na sociedade que nasceram mulher e se sentem como homem e vice-versa, desse modo, indo contra os costumes religiosos e culturais do Brasil. (Reestruture as discussões apresentadas)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, as pessoas que discordam das com as tradições conservadoras de gênero,(Sem vírgula) acabam sendo excluídas e discriminadas, havendo então a rigorosa intolerância a quem se declarar transexual. Além da forte opressão de não aceitação da sociedade brasileira, a sobrevivência e felicidade de uma pessoa trans é precária, pois o preconceito das empresas empregadoras fazem com que hajam poucas ou nenhuma vaga de emprego ao público transexual, assim, dando continuidade a intolerância. (Reestruture as discussões. Abordagem superficial)
(Boa estratégia coesiva) Tendo em vista os aspectos observados, a transfobia é estrutural, pois a cultura brasileira rejeita a diversidade de gênero. Assim, portanto, o governo (Vírgula) como representante da nação, (Muito bem. Apresentou e fez detalhamento do agente) deve destinar verbas ao Ministério da Cultura e Educação, para que haja o desenvolvimento de projetos que fomenta fomentem a inclusão e aceitação do público trans na sociedade brasileira, pois com esse estimúlo, a população gradualmente vai se habituando as diferenças de gênero. Desse modo, preservando a liberdade e felicidade de cada pessoa que deseja se tornar transexual.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
120 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
160 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
160 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
720
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |