Bullying, até quando?
Tema: Bullying: ‘brincadeirinha’ comum
O Brasil parou mais uma vez diante de uma tragédia sem precedentes. Estudantes foram covardemente assassinados dentro da sala de aula no início das atividades, na manhã que era para ser como todas as outras.O que deixou todos atônitos é o fato do assassino ter frequentado a mesma escola e por motivos desconhecidos perpetrou a maior chacina dentro de uma escola no Brasil.
Muitas especulações surgiram, desde fanatismo religioso, perturbação mental e o tão falado e discutido "Bullying'‘. O mais difícil neste momento é traçar um ponto relacionado à causa, mas pessoas próximas ao assassino relataram que ele sempre foi uma pessoa introvertida e no período em que estudou na escola sofrera preconceito e fora motivo de ''chacotas'' principalmente por meninas. O triste é constatar que a maior parte das vítimas foram meninas.
São muitos os casos de Bullying nas escolas de todo o mundo. Estudantes sofrem calados por vários anos preconceitos, agressões físicas, torturas psicológicas pelo simples fato de serem ou terem alguma característica que diferem da maioria dos alunos, desde cor da pele, obesidade ou até por ser um aluno quieto.
É inadmissível termos, em pleno século vinte e um, intolerância em nossas escolas fruto de uma sociedade onde os pais incumbem às escolas o papel dos princípios morais que deveriam ser incutidos nas crianças desde o berço. Quando vemos vídeos na internet mostrando a pura realidade do Bullying acontecendo dentro de um ambiente no qual o objetivo é formar cidadãos civilizados, a preocupação vem à tona, pois a violência gerada hoje nas escolas refletirão negativamente em um futuro não muito distante,trazendo, infelizmente manchetes trágicas.
É fato que quem sofre algum tipo de discriminação, violência física ou psicológica durante a vida escolar, se não houver intervenção dos educadores, se os pais não participam da rotina escolar do filho, seremos obrigados a vermos vídeos, como os mais acessados na internet, em que o aluno não suporta mais ser objeto de desprezo e chacota, partindo para a agressão física como forma de descarregar a raiva. Resta saber até quando as vítimas de Bullying sofrerão caladas sem o apoio daqueles que tem o dever de perceber qualquer anormalidade nas escolas.
Não queremos mais doze inocentes sendo massacrados.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |