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Tema: Como combater a transfobia no Brasil
Racismo, exclusão social e transfobia no Brasil são problemas estruturais, e mudar essa situação não é tão simples devido a ideologias antigas. Esses temas têm sido trabalhados em escolas e instituições de ensino para conscientizar que pessoas são pessoas independente de crenças, gênero, costumes, cor, raça, etnia e etc. (Cuidado com uma abordagem tangencial. Reestruture e formule a tese)
(Melhore a estratégia coesiva) A transfobia (Vírgula) que é passada pela pela mídia, muitas vezes é só uma parcela do que realmente acontece no dia a dia (Melhore a construção dessa ideia). Por vezes ela impede pessoas de se relacionar no âmbito profissional, escolar ou pessoal. Muitos estudantes não conseguem terminar o ensino médio por conta do bullying dentro da sala de aula e exclusão familiar onde os pais conseguem aceitar os filhos, portanto a qualificação profissional fica comprometida. (Melhore a progressão de ideias e a apresentação das discussões. Evite uma abordagem superficial)
(Melhore a estratégia coesiva) O assunto cresceu em discussão nos últimos 5 anos (Vírgula) de acordo com Ricardo Sales, CEO da Mais Diversidade - empresa que atua na consultoria, na elaboração, acompanhamento e avaliação de políticas de diversidade no ambiente de trabalho -, mas não chegou para todos da mesma forma (Melhore a construção dessa ideia). Ele ressalta que muitos que conseguem empregos têm dificuldade em crescer profissionalmente. (Abordagem superficial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Contudo, vale lembrar que a Constituição de 1988 prevê diretos sobre cada cidadão sem distinção de cor, gênero, orientação sexual, classe social, etc. portanto não se pode julgar ou discriminar o indivíduo por tais motivos. Cabe a ações do governo e as instituições de ensino (Boa. Apresentou o agente) monitorar e reprimir cada ato de discriminação, bullying ou agressão a pessoas de tais gêneros, promover campanhas de conscientização sobre o tema da transfobia, com a finalidade de reduzir os impactos que vêm sendo causados a essas pessoas.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 680 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |