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Tema: Como combater a transfobia no Brasil
Segundo as Organizações das Nações Unidas (ONU), todos os países têm obrigação de combater a transfobia. Não obstante, o Brasil é o primeiro no ranking mundial de países que mais matam transexuais e travestis. Hodiernamente, a transfobia no Brasil tem se tornado cada vez mais violenta, mesmo com a existência da lei 7.716/1889, que a configura como crime. Assim, mostra-se relevante pensar no combate a esse preconceito, uma vez que o afastamento social e a violência configuram as maiores problemáticas desse pernicioso cenário de preconceitos. (Muito bem. Contextualizou o tema e formulou a tese)
(Boa estratégia coesiva) De início é notório destacar que a exclusão gerada pela transfobia causa graves problemas à transgêneros. Por conseguinte, a população trangênero têm maiores dificuldades em concluir a vida escolar e ingressar no mercado de trabalho, gerando maior fragilidade desses grupos. Prova disso recai na falta de emprego, tornando-os mais vulneráveis a prostituição, abusos psicológicos, discriminações e violência sexual, além das agressões que podem sofrer no ambiente de trabalho. Ademais, cabe ressaltar a opressão imposta sobre a comunidade transexual. Esse contexto envolve várias causas como a questão estrutural, desinformação, questões religiosas e de estereótipo. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer a suma importância de ações para o combate a essa aversão. (A tese precisa ser mais explorada ao longo do desenvolvimento)
(Boa estratégia coesiva) Com o objetivo de minimizar a transfobia é dever dos órgãos governamentais (Boa. Apresentou o agente) realizarem a criação de medidas públicas eficazes. Outrossim, são necessárias leis que garantam segurança e direitos aos transgêneros, apoio psicológico e pedagógico, afim a fim de erradicar a taxa de evasão escolar deste grupo, inclusão desse assunto em aulas de biologia, para evitar a desinformação, bem como campanhas de apoio a importância dos estudos. E uma maior taxa de contratação de transgêneros abrindo o espaço de trabalho de forma significativa. Somente assim deixarão de estar à margem da sociedade.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 880 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |