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Tema: Como combater a transfobia no Brasil
A Constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5° o direito a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade e à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Contanto tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o a transfobia no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se indispensável a análise dos fatores que favorecem esse quadro. (Formule a tese)
(Boa estratégia coesiva) Em uma primeira analise, deve-se ressaltar a ausência de severas medidas governamentais para combater a discriminação, que já é crime perante a lei 7582/14, mas as providências corretas nem sempre são tomadas, a falta de investigação e o desinteresse dos policiais dificultam a vida das pessoas transexuais que sofrem diariamente. Essa circunstância, segundo as ideias do filosofo John Lock, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantia que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país. (Delimite e explore mais as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, é fundamental apontar que nossa cultura é extremamente transfobica e excludente, por ter grandes níveis de violência na história. Com toda essa violência os trangêneros têm dificuldades de concluir os estudos e conseguir empregos ficando vulneráveis a prostituição. Logo é inadmissível que esse cenário violento continue a perdurar. (Explore mais as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Conclui-se, portanto a necessidade de estabelecer meios de combate, para isso é imprescindível que o governo crie ações contra a violência para incluir essas pessoas nas escolas e universidades (Vírgula) a fim de aumentar a participação delas no mercado de trabalho diminuindo a suscetibilidades á prostituição. Paralelamente, é impreterível que o Ministério da Justiça observe os casos para que sejam investigados e concluídos de forma correta e o culpado seja punido corretamente perante a lei. Assim se consolidará uma sociedade mais inclusiva, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Lock.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |