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A diferenciação dos grupos humanos faz parte da construção identitária dos indivíduos. No entanto, uma faceta perversa desse processo inerente da vida humana em sociedade inclui a violência de grupos dominantes contra minorias. A transfobia não é uma exceção a esse padrão histórico. Para lidar com esse problema, muitos defendem a tolerância como solução, porém tolerar não é o suficiente, é preciso entender e respeitar as diferenças. (Melhore a apresentação das discussões iniciais)
(Melhore a estratégia coesiva) Misoginia, racismo e transfobia são apenas alguns termos que remetem à marginalização e à violência contra grupos minoritários com base em suas diferenças. Um exemplo disso é percebido quando a transfobia é cometida por integrantes de outros grupos LGBT+ (Desenvolva a sigla), que mesmo sofrendo com a homofobia praticam os mesmo padrões de intolerância ao diferenciarem pessoas transgênero. (Abordagem superficial)
(Melhore a estratégia coesiva) A simples tolerância aos grupos minoritários não é suficiente para lidar com esse problema. Tolerar significa ignorar ou apenas permitir a existência do outro, enquanto o que as minorias precisam é de respeito e aceitação como parte integrante da sociedade. E para que isso possa ser possível, a solução mais adequada é pelo contato saudável entre os grupos. Entender a diferença é uma etapa para respeitá-la, mas só haverá compreensão de fato se houver espaço para o diálogo entre os grupos. (Abordagem superficial)
(Boa estratégia coesiva) Sendo assim, o Ministério da Educação é responsável por iniciar um padrão de maior respeito às diferenças a partir das escolas. Deve haver na educação dos jovens espaço para o diálogo sobre as diferenças. Pessoas transgênero, por exemplo, precisam de espaço de fala para desfazer falsas concepções e estereótipos a fim de melhorar a interação entre os diversos grupos da sociedade.