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Tema: Como combater a transfobia no Brasil
Primeira atleta transgênero do vôlei brasileiro, Tifanny Abreu tornou-se símbolo da luta contra a transfobia no país. Ao revogar contra o projeto de lei 34/2019, ela levantou levantou uma causa que há muito tempo perdura no Brasil, sendo que o próprio a impediria de disputar jogos no estado de São Paulo. Logo, além do esporte, conclui-se que esse preconceito chega a diversas outras áreas, dando destaque ao desemprego e, principalmente, às diversas formas de violência. (Formule a tese com clareza)
(Boa estratégia coesiva) Primeiramente, é válido citar que, mediante a uma arraigada cultura que coloca a heterossexualidade como modelo ideal de opção sexual, a discriminação aos grupos LGBTs (Desenvolva a sigla) chega até o mercado de trabalho, sendo mais incisiva aos transsexuais. Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), apenas 10% da população trans possui carteira assinada em um trabalho formal, fazendo com que, geralmente, a porcentagem restante acabe se sujeitando à prostituição. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Por outro lado, também deve-se dar ênfase aos constantes atos de agressão (sejam eles físicos ou psicológicos) praticados contra transsexuais. De acordo com a revista ´´ Gênero e Número``, com base em dados cedidos pelo Ministério da Saúde, só entre 2014 e 2017 o número de relatos de violência contra o grupo trans cresceu 800%. Além disso, ainda segundo o mesmo levantamento, cerca de 11 transgêneros foram agredidos por dia no ano de 2017. (Explore mais as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Nessa perspectiva, portanto, é necessário que medidas sejam tomadas (Vírgula) a fim de garantir o transsexual no mercado de trabalho e a diminuição dos índices de violência envolvendo-os. Para tanto, o Ministério da Educação (Muito bem. Apresentou o agente) deve promover a conscientização da maioria da população, através de palestras comunitárias que orientem sobre a diversidade sexual e desmistifiquem tamanho estigma. Com isso, haverão mais pessoas transgêneros no mercado de trabalho formal, bem como asseguradas do genuíno ato de viver sem medo.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 880 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |