NÃO À TRANSFOBIA NO BRASIL!
Tema: Como combater a transfobia no Brasil
Conforme o teólogo São Tomás de Aquino, todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. No entanto, aquilo que o religioso defendia não é respeitado no Brasil, uma vez que existe a falta de combate à transfobia (Problemas na construção de sentido. Reestruture). Sendo assim, a inoperância estatal e a cultura sexista configuram-se como os fatores latentes da questão, implicando em uma urgente resolução nacional. (Muito bem. Apresentou a tese)
(Boa estratégia coesiva) Primeiramente, é válido salientar que, em virtude da passividade governamental, o terrível problema persiste. Segundo o filósofo Aristóteles, a política sempre deve ter como finalidade o bem comum. Nesse sentido, a afirmativa aristotélica expõe o valor do Estado quando ele promove a harmonia coletiva, porém, o governo brasileiro mostra-se omisso diante dessa responsabilidade, já que a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) sofre com o preconceito hodierno. Desse modo, é crucial a promoção de políticas públicas para combater a transfobia. (Delimite e explore as discussões com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, é relevante ressaltar que o machismo negligencia as minorias à condição de plena cidadania. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Nesse contexto, o documento garante benefícios ao corpo social, todavia a rígida estrutura patriarcal dificulta não só a punição da violência transfóbica, como também a difusão do respeito para com a pluralidade humana (Explore mais essa discussão). Logo, é fundamental a ruptura com a cultura sexista do país.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Dessa forma, cabe ao Poder Executivo, juntamente com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), (Muito bem. Apresentou o agente) criar um projeto nacional em prol do combate à transfobia. Tal ação deverá acontecer por meio de políticas públicas obrigatórias – que contarão com o monitoramento e a punição de agressores-, a fim de que essa medida possa proteger o público LGBT, bem como concretizar o propósito do teólogo São Tomás de Aquino. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |