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A cultura do cancelamento das redes sociais é uma problemática que precisa ser repensada, pois ao cancelar uma postagem o indivíduo que a fez pode destruir a reputação de uma empresa. Desse jeito, essa cultura traz vários problemas como o desemprego de terceiros e a falta de liberdade de expressão. (Melhore a contextualização do tema)
(Boa estratégia coesiva) Em primazia, esse cancelamento pode lavar levar tanto influenciadores quanto empresas a falência. Assim, como disse o ativista estadunidense Martin Luther King: "a injustiça num lugar qualquer ameaça a justiça em todo lugar fechar ".Sob tal ótica, a exclusão de uma conta na internet não adverte apenas a quem fez a mal conduta (Vírgula) mas também, (Sem vírgula) inocentes que estavam trabalhando para aquela empresa ou influenciador. Logo,esse ato acaba deixando-os desempregados. (Abordagem limitada do tema)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, o bloqueamento de postagem afeta a liberdade de expressão das pessoas, que ficam com medo de publicar algo e serem censuradas. Dessa forma, segundo o filósofo alemão Arthur Schopenhauer:" todo homem toma os limites de seu próprio campo de visão com os limites do mundo". Nessa perspectiva, entende-se que algumas pessoas tomam o seu próprio julgamento para determinar se a publicação é prejudicial ou não para a sociedade. Dessa forma, é evidente que essa ação deve ser repesada. (Abordagem superficial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, para que essa cultura se torne eficiente, é preciso que os donos de empresas como Facebook e Twitter (Muito bem. Apresentou o agente) façam a contratação de funcionários capacitados, para verificar se o pedido de cancelamento foi pertinente e apenas em casos graves deletar aquela mensagem. Desse modo, se elas não forem tão agressivas, esses funcionários pediriam para que o publicante se desculpar publicamente. Só assim, essas pessoas teriam que se responsabilizar pela sua conduta sem prejudicar mais ninguém como a frase de Luther King. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
160 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
800
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |