A população e o Estado são culpados
Tema: Violência: lado a lado com o trânsito
Os problemas relacionados ao trânsito estão cada vez mais comuns na contemporaneidade, notícias que chocavam o país parecem mais habituais. Esse fato demonstra que há diversos erros na formação técnica e psicológica dos condutores de veículos e, dos próprios pedestres em muitos casos. Temos que lembrar que um acidente de trânsito revela as deficiências que a população e o Estado têm para resolver questões cívicas como a segurança.
O povo brasileiro ficou chocado ao abrir os jornais e ver que um motorista atropelou diversos ciclistas no Rio Grande do Sul, contudo, casos desse porte são comuns na nossa sociedade. A violência no trânsito é muito complexa, porém, podemos estabelecer causas simples, como o álcool e outras imprudências como a alta velocidade. O Estado através de leis pode solucionar essas questões, um exemplo disso é a Lei Seca, que coibi o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas, entretanto, foi criada uma página no Twitter que relaciona os locais onde estão ocorrendo às blitz, o que faz pessoas alcoolizadas alterem os seus trajetos, ou seja, a população conta si.
No Brasil, segundo estudos, estima-se que o número de mortos no trânsito é de 35 mil. Logicamente isso não é reflexo apenas das imprudências. A infraestrutura reduziria esse número significativamente. Quando conversamos com ciclista, motorista e pedestres vemos que é necessário a melhoria em sinalizações, pavimentações e construção de ciclovias. Também é preciso mudar a formação dos cidadãos, uma boa forma seria ocorrer debates durante o ensino médio sobre como agir nos meios de circulação pública, assim desde cedo teríamos cidadãos responsáveis.
Tapar buracos, arrumar a sinalização ou aplicar multas são necessários para amenizar tais problemas, mas isto não pode tornar-se uma panaceia. Leis não podem ser perfunctórias, ou seja, tem que haver continuidade dos projetos, para assim a população vir ser afeita as boas maneiras no acesso de veículos e pedestres.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |