É necessário aceitar as limitações femininas
Tema: "Let Her Run": uma mulher tem que provar que é realmente mulher?
A série brasileira "coisa mais linda", exibida pela plataforma de vídeos Netflix, aborda como pano de fundo o "empoderamento" feminino e sua capacidade de liberdade em decisões e em suas escolhas. A trama era tratada na década de 1950, escancarando a realidade da época. Em consonância a isso, nos dias atuais, é notável que os aspectos que tornavam a vida das mulheres desiguais ainda são perceptíveis, sendo uma luta de igualdade constante. Com isso, cabe ao governo uma criação de uma secretaria que vise igualar e garantir os direitos sociais. (Não formulou a tese)
(Boa estratégia coesiva) Primordialmente, é relevante ressaltar que o papel da mulher na sociedade ainda encontra-se desigual, como revelou uma pesquisa realizada pelo jornal americano "The New York Times": 70% dos homens ainda são maioria nos grandes cargos executivos das grandes empresas, enquanto 30% são do sexo feminino. De acordo com uma pesquisa do DataFolha, que ouviu cerca de 100 mulheres, foi apurado que 8 em cada 10 ainda sentem-se inferiores na ocupação de grande posições na sociedade, algo que vai em harmonia do que foi reportado pela imprensa dos Estados Unidos. (Cuidado com o tangenciamento)
(Melhore a estratégia coesiva) Segundo a Constituição federal brasileira de 1988, é garantido os direitos a toda mulher do país. Por essa razão, há muito mérito a criação na lei Maria da Penha, uma vez que implanta os direitos sociais de forma conjuntiva (Reestruture essa discussão). Destarte, a polêmica levantada pelo movimento: "Let Her Run", (Sem vírgula) escancara os problemas que mulheres enfrentam para garantirem acesso a determinados esportes, considerando que suas limitações e imperfeições não sejam consideradas, e que é necessário aceitar tais problemáticas. (Abordagem superficial do tema)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, urge que o governo federal (Boa. Apresentou o agente) junto aos governos estaduais criem leis que incentivem a prática de igualdade de gênero, com a criação de um cadastro social que absorva dados das cidadãs e suas possíveis limitações a determinados exercícios e profissões, através uma chamada virtual que ocorra mensalmente e respeite a ordem e data de nascimento. Com tais medidas, essa problemática de aflige uma quantidade feminina será solucionada e extinta. (A proposta está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 700 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |