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Em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, DUDH, a Constituição Federal postula a importância do respeito para o bem-estar social. Todavia, nota-se uma divergência entre garantia e direito, haja vista os casos de abuso de poder e autoridade no Brasil. Nesse sentido, seja pela negligência do Estado, seja pela vontade pessoal, (Boa. Apresenta a tese) o excesso do uso de poderio é um desafio e merece um olhar mais crítico de enfrentamento. (Boa contextualização do tema)
(Boa estratégia coesiva) Em primeiro lugar, vale ressaltar que a indolência estatal impulsiona a problemática. Segundo Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, pela justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Analogamente, a falta de políticas que limitam e fiscalizam o exercício da autoridade abre brechas para a ocorrência de crimes. Dessa forma, observa-se casos de humilhação a cidadãos, causando danos mentais e psicológicos na vítima e, consequentemente, contrariando a DUDH. (Discussões pertinentes, no entanto precisam ser mais exploradas)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, o uso do poder para fazer valer vontades pessoais corrobora para a permanência do impasse. Na saga “Jogos Vorazes”, (Sem vírgula) é retratada a invasão de privacidade dos competidores Katniss e Peeta, para satisfazer os interesses do presidente Snow, o qual viola o direito dos jovens. Fora da ficção, essa violação de direitos para satisfazer uma vontade superior é a realidade de muitos brasileiros, que têm não só sua privacidade comprometida, mas também sua integridade moral e física (Melhore a apresentação dessa discussão). Nessa perspectiva, vivencia-se a injustiça e a desigualdade no cenário brasileiro, fortalecendo a existência da mazela social em questão.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, conclui-se que a permanência do problema é fruto da negligência estatal e do cumprimento das vontades pessoais. Assim, para reverter a atual conjuntura, urge que o Governo, como instância máxima de administração executiva, (Boa. Apresenta e faz o detalhamento do agente) fiscalize, por meio do Ministério da Justiça, o exercício da soberania por parte das entidades públicas e privadas, a fim de que casos de injustiça e humilhação sejam atenuados, bem como a satisfação dos interesses próprios. Somente assim, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, tal fato deixará de ser, efetivamente, um desafio no Brasil. (A proposta de intervenção está incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
200 |
Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
850
|
Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |