Tratamento justo!
Tema: Abuso de autoridade no Brasil
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas -, é direito de todos os cidadãos, sem qualquer distinção, tratamento justo e não discriminatório. Entretanto, o cenário atual das interações sociedade-autoridades impede que isso aconteça na prática, devido à omissão governamental e à desigualdade social (Excelente. Apresenta a tese). Nesse contexto, urge a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.
(Boa estratégia coesiva) Primordialmente, convém analisar a passividade do judiciário no que tange ao abuso de autoridade no Brasil. De acordo com Thomas Hobbes, a função do Estado é garantir o bem-estar da coletividade e, no entanto, isso não ocorre no Brasil. Devido às punições pífias dadas às autoridades que abusam de seu poder, (Melhore a apresentação dessa discussão) em comparação às severas penas aplicadas ao cidadão que comete pequenos delitos, a inobservância estatal dificulta a universalização desses direitos sociais tão importantes. (Abordagem limitada)
(Boa estratégia coesiva) Faz-se mister, ainda, salientar a desigualdade social como impulso dessa questão. Segundo o político alemão Adenauer, todos vivem sob o mesmo céu, mas nem todos sob o mesmo horizonte. Diante de tal contexto, uma pessoa com poder de autoridade, frente a alguém que aparente ser inferior, busca manter sua posição imaginária ainda que, para isso, seja necessário apoiar-se no autoritarismo como forma de impor seu papel social aos outros. (Argumentação expositiva)
(Boa estratégia coesiva) Dessa maneira, é premente que medidas sejam tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (Boa. Apresenta o agente), a mais alta instância judicial, para erradicar tal situação. Os ministros devem criar uma normativa que traga aos juízes que cuidam dos casos de abuso de autoridade, punições justar e proporcionais ao trauma causado pelo abusador. Dessa forma, o Brasil pode superar os desafios do abuso de autoridade. (A proposta está incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 750 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |