Abuso de autoridades no Brasil
Tema: Abuso de autoridade no Brasil
A Constituição brasileira de 1988 garante os direitos básicos e inalienáveis à população, por isso ficou conhecida como Constituição Cidadã. Entretanto, ao analisar o abuso de autoridade no Brasil, percebe-se que, na realidade brasileira, os ideais da Carta Magna não são cumpridos, e procura-se entender como a omissão governamental e o individualismo corroboram para potencializar o problema. (Boa. Apresentou a tese e contextualizou o tema)
(Boa estratégia coesiva) Sob esse viés, é lícito postular a omissão governamental como impulsionadora desse revés. Nesse contexto, percebe-se que o Estado não tem leis que punam adequadamente pessoas que utilizam de sua autoridade para menosprezar outros com menor poder aquisitivo (Melhore a apresentação dessa discussão). Dessa forma, será cada vez mais comum enxergar cenas de abuso de autoridade. (Argumentação limitada)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, outro fator a ser salientado é o individualismo. Sob esse aspecto, é possível afirmar que muitas das vezes autoridades se acham superiores aos outros por causa de seu status de poder e acaba havendo humilhação. Como foi o caso de desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira que foi flagrado em julho destratando um guarda civil e o chamando de analfabeto. Consequentemente, várias pessoas serão destratadas e humilhadas. (Argumentação expositiva. Reestruture)
(Boa estratégia coesiva) Logo, constata-se que o abuso de autoridade é um tema relevante e que carece de soluções. Portanto, o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, (Boa. Apresenta e faz o detalhamento do agente) deve criar leis mais severas que punam o abuso de autoridade, por meio de parceria com o Ministério de Segurança Pública, a fim de evitar que essa cena seja comum nos dias de hoje. Tal medida visa combater o impasse de forma precisa e democrática. (A proposta não está completa)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 700 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |