Li, mas não entendi
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
O analfabetismo funcional é um problema que vem acometendo cada vez mais pessoas no mundo todo, independente de classe social, idade, gênero ou origem. É o que caracteriza alguém que, embora alfabetizada e apesar de reconhecer números, letras e palavras, não consegue compreender um texto simples, responder questões de interpretação relacionadas àquele texto ou ainda tem dificuldades ou incapacidade para realizar pequenos cálculos matemáticos (Reestruture essa discussão). Causada por falta de atenção, leitura superficial, falta de incentivo, interesse ou técnicas apropriadas de interpretação, leitura e aprendizado. (Reestruture e delimite as discussões iniciais)
Esse problema também é, muitas vezes, responsável por notas baixas em vestibulares. Porque mesmo em questões que não são sobre Língua Portuguesa, com frequência, é utilizada a interpretação de textos. Quem é analfabeto funcional não consegue ao menos entender as perguntas, (Evite esse tipo de construção) principalmente se forem extensas. Além disso, impede e é o motivo de, muitas vezes, as pessoas não lerem livros, por não conseguirem compreender o que está escrito e facilmente se perderem. (Abordagem superficial. Delimite e articule as discussões)
É necessário uma maior atenção e maneiras mais eficientes de se trabalhar com esses perfis. Também é preciso muita prática, utilizando de exercícios e maneiras diferentes de interpretar um texto. Embora seja complicado, a leitura é indispensável e deve ser treinada constantemente. Sobretudo, é essencial a atenção e empenho do governo, familiares, educadores e alunos, para frear esse problema. A situação é urgente e está se agravando, por isso, precisamos (Evite ideia de primeira pessoa) agir agora. (Evite esse tipo de construção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 450 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |