Alta taxa de analfabetismo funcional
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
O analfabetismo funcional é a incapacidade de interpretar textos e resolver cálculos matemáticos mais elaborados. Embora a taxa de analfabetismo funcional ter tenha diminuído na última década (Vírgula) o seu efeito está bastante presente na nossa (Evite ideia de primeira pessoa) sociedade, principalmente em classes mais baixas (Vírgula) reduzindo oportunidades de inclusão social e empregabilidade. (Delimite e articule mais as discussões iniciais)
Dados de 2018 (Vírgula) divulgados pelo Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional), um estudo feito pelo Instituto Paulo Montenegro (PIM), a ONG Ação Educativa e o Ibope Inteligência, mostrou que 29% da população com idades entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, revelando um aumento de quase 2% comparado com 2015. Apesar desse número ter diminuído 9% desde 2004 continua sendo uma enorme porcentagem de analfabetismo funcional (Melhore a construção de sentido. Delimite e articule os dados apresentados). Pode - se dizer que esse crescimento de 2% está diretamente relacionado com a condição social e educativa das pessoas que pode ter sido agravada nos últimos três anos, além do desemprego e difícil acesso à cultura e lazer colaborando na piora da situação. Devemos (Evite ideia de primeira pessoa) observar também que a ausência de políticas públicas corrobora para o alto índice de analfabetismo funcional, pois sem a iniciativa do governo de querer mudar esses dados não haverá mudança alguma. (Delimite as discussões. Evite uma abordagem superficial)
Em vista disso o analfabetismo funcional só acabará se houver investimentos em educação, aumento de escolas em tempo integral, além da adesão de programas próprios para alfabetização criados pelo MEC (Ministério da Educação) como, por exemplo, o Mais Alfabetização, que depende exclusivamente da vontade de Estados e municípios. (Reelabore e articule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 450 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |