Analfabetismo funcional: A inércia do aprendizado
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
O analfabetismo funcional é caracterizado como a incapacidade de compreensões textuais e de resoluções matemáticas mais elaboradas. Dificuldades como a de assimilar ideias propostas em textos, apesar da capacidade de identificar letras e números, são exemplos desse problema. Essa incapacidade gera incontáveis más consequências (Dê exemplos) para sociedade, por isso, (Sem vírgula) o analfabetismo funcional deve ser solucionado com urgência.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro mostra que 50% dos entrevistados, mesmo teoricamente alfabetizados, não lêem leem livros por não dissernirem seu conteúdo. Com o avanço tecnológico, torna-se cada vez mais prática a busca pela informação, fazendo dispensável a necessidade de leituras mais extensas com maior dificuldade interpretativa, dando mais ênfase ao problema. (Abordagem superficial das discussões apresentadas)
Metodologias que buscam praticidade vêm construindo uma inércia em relação a aprendizagem, onde (Reveja pronomes relativos) conhecimentos básicos vão perdendo a funcionabilidade devido a falta de exploração dos mesmos (Use quando houver ideia de igualdade), como exemplo, cálculos que se tornam dependentes de calculadoras e meios facilitados. (Desenvolvimento superficial)
Infere-se então (Reestruture) que medidas devem ser tomadas para intervenção de tal problema. Através da desconstrução dos métodos de atalhos e da zona de conforto culturalmente construída, por meio da exploração dos conhecimentos, tanto no âmbito escolar como no cotidiano, podemos (Evite ideia de primeira pessoa) dar vida as teorias mortas pela carência do praticar. (Reelabore e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 350 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |