Analfabetismo funcional no Brasil
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
Os níveis de analfabetismo no Brasil é acompanhado de forma intensa pelo Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) desde 2001. Os dados de 2018 nos (Evite ideia de primeira pessoa) mostram que três a cada dez pessoas de 15 a 64 anos são analfabetos funcionais, (Melhore a construção de sentido) 29% da população do país – 38 milhões de brasileiros. O analfabetismo funcional é a dificuldade (ou incapacidade) de interpretar e compreender pequenos textos ou simples cálculos matemáticos. (Apresente a tese)
Esse déficit acompanha milhões de pessoas a partir dos primeiros anos educacionais e, muitas vezes, até mesmo durante o ensino superior. Isso acontece por muitos motivos, alguns deles são a baixa qualidade dos sistemas de ensino, a falta de estrutura nas instituições, pouco hábito em de leitura, falta de incentivo educacional e etc. (Desenvolvimento superficial. Articule as ideias apresentadas)
De acordo com o Inaf e como um dos textos motivadores também nos relembra (Evite ideia de primeira pessoa. Melhore a construção de sentido), a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis, esses níveis nos mostram com que intensidade o déficit está em nossa população. Apesar da situação ter melhorado nos últimos 10 anos, ainda não chegamos (Evite ideia de primeira pessoa) nem perto de países desenvolvidos como a Suécia, que tem mais de 97% da população, acima dos 15 anos, alfabetizada.
Em suma, tanto os professores (para alunos que ainda tem têm acesso à educação) quanto bibliotecas públicas e digitais seriam de incrível ajuda para incentivo à leitura e o combate ao analfabetismo até mesmo para pessoas que já passaram da fase de aprendizado infantil e jovem ou não tem acesso a meios educacionais (Reelabore a discussão apresentada). O incentivo a bibliotecas locais e a facilidade de alcance a livros e instituições de qualidade que possam motivar à leitura, interpretação e cursos de matemática básica. Além, (Sem vírgula) dos professores preparados para auxiliar isso nos primeiros anos da criança que é, afinal, a fase de mais fácil aprendizagem. (Reestruture a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |