Analfabetismo: uma questão educacional

Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 11/03/2020
Nota tradicional: 400
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O analfabetismo funcional, apesar de estar reduzindo, ainda é uma questão recorrente no Brasil, que torna difícil a compreensão de símbolos escritos usados diariamente, como placas, outdoors, avisos, identificações de ônibus, preços de produtos, dentre outros. Esse problema é causado por falhas no sistema educacional. (Reestruture e articule mais as discussões iniciais)

O antigo ministro da educação, Paulo Renato Souza, declarava que a educação deveria focar-se forcar  nas crianças, afinal a “sucessão geracional” extinguiria o analfabetismo. Esse raciocínio demonstra a falta de investimento na educação de qualidade de jovens e adultos, amparando, assim, a perpetuação do analfabetismo funcional, pois, (Sem vírgula) além dos indivíduos estarem vivendo mais, muitas crianças tem  têm sua alfabetização complementada em casa, nas tarefas escolares. (Abordagem superficial do tema proposto)

Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro (Vírgula) no Brasil, metade dos entrevistados afirma não ler livros por não os entenderem. Esse dado reflete que a forma de lecionar ultrapassada, a falta de material qualificado e as salas sobrecarregadas de alunos não permitem ao professor alfabetizar com maestria. (Reelabore as discussões apresentadas)

Considerando os dados apresentados, percebe-se que o analfabetismo funcional ainda persiste no Brasil devido à falta de investimentos eficazes na área educacional. Para solucionar esse problema, é necessário material de boa qualidade para que professores consigam lecionar de forma moderna e eficaz, além de turmas com um menor número de alunos. Ademais, para a educação de jovens e adultos, fica evidente a necessidade de um programa para a alfabetização dos mesmos (Use quando houver ideia de igualdade).

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos