Analfabetismo Funcional no Brasil
Tema: Analfabetismo funcional no Brasil: por que esse problema ainda persiste?
É de fundamental importância discutir a problemática da persistência do analfabetismo funcional no Brasil. Esse problema educacional converge com as poucas políticas de incentivo à leitura no âmbito da educação brasileira. Dessa forma, é importante salientar medidas de análise e pacificação. (Reestruture e articule as discussões inicias)
No que tange à respeito dos meios de ensino brasileiro, é inegável que, (Sem vírgula) ocorre um alto grau em ignorar a prática de ler, uma vez que, (Sem vírgula) o que acontece é um acúmulo de livros nas bibliotecas escolares e uma ausência de ações para implementar o uso de tais materiais. Além disso, a falta de leitura, posteriormente, pode acarretar em sérios impasses (Essa discussão precisa ser mais desenvolvida). Sendo assim, é necessário não somente tentar resolver o problema de forma parcial -enviando livros para escolas-, porém sim de maneira (Problemas na construção de sentido) completa -implantando meios de uso. (Abordagem superficial. Reestruture)
Convém lembrar que, (Sem vírgula) os cidadãos ficam mais suscetíveis a problemas causados pela escassez do ato de leitura, desde interpretações distorcidas, como também o fácil lubidriamento acerca de informações "fakes". O sociólogo Karl Marx, (Sem vírgula) evidencia esse fato em sua teoria da alienação, o qual ressalta a perda de identidade do indivíduo, ou seja, a incapacidade de agir por si próprio. Dessarte, vê-se o quão relevante é a leitura, porquanto, eleva a capacidade de avaliação dos acontecimentos que nos (Evite ideia de primeira pessoa) cercam. (Desenvolvimento superficial)
Em suma, é necessário que haja uma parceria entre Governo e Ministério da Educação (MEC) -orgão assegurado por gerir a educação no Brasil-, para elaborar políticas de estímulo a leitura com acompanhamento online do andamento dos estudantes, por meio de parceiragem (Reveja a seleção lexical) com escolas e corpo docente, a fim de existir um apaziguamento do entrave, de modo que também, (Sem vírgula) formem pessoas pensadoras de si e livres da alienação. (Reestruture e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 400 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |